Mood:
Vocabulario:
A Correnteza: grupo politico-partidario formado quase exclusivamente por jovens e adolescentes, vinculado ao Partido Comunista Revolucionario - PCR, servindo-lhe como correia de transmiss?o entre os estudantes, dada sua significativa inserc?o em escolas, colegios e gremios secundaristas. Isso tambem justifica a composic?o etaria do partido, posto que a maioria se agrega a ele ainda em fase de formac?o, e continua aproximada devido a lacos de amizade, reproduzindo sem questionar (e sem compreender) os ditames do mesmo.
PCR: partido politico brasileiro n?o-oficial, sem existencia legal, mas fatual, que declara ter como referencial teorico Josef Stalin, se auto-proclamando como uma corrente marxista-leninista - corrente filosofica que na verdade n?o existe, sendo apenas uma mascara para ideias e praticas estalinistas. Aos olhos do publico geral, s?o mais identificados pelas pichac?es "Manoel Lisboa Vive!", presentes em paredes de ruas de varias capitais do nordeste... Ja no meio politico organizado, s?o conhecidos pela incapacidade argumentativa de seus membros, pela formac?o teorica exigua e pela tendencia a recorrer a brutalidade e ameacas quando confrontados, o que reflete sua opc?o teorica por Stalin.
Josef Stalin (1879-1953): ditador que centralizou e personificou o controle da antiga Uni?o Sovietica, apos a morte de Vladimir Lenin. Lider politico mediocre, com produc?o teorica resumida a cadernos (brochuras) de aforismos - algo como "maximas de Stalin". As limitac?es cognitivas de Stalin eram compensadas com mortes em serie de membros de seu partido, a seu proprio mando (o chamado "expurgo"), unica forma que o limitrofe Stalin parecia perceber para conseguir se manter no poder. Entre as mortes encomendadas, est?o a de Leon Trotsky (ent?o o maior teorico vivo da Revoluc?o Russa), a de Nadezhda Krupskaya (companheira de Lenin) e as de quase toda a familia da segunda esposa do proprio Stalin, Nadya Alliluyeya - que se suicidou com um tiro na cabeca, minutos depois de flagra-lo na cama com a esposa de um membro do partido, em seu apartamento no Kremlin, apos a festa do decimo quinto aniversario da Revoluc?o. Morta a esposa, o odio pela situac?o criada recaiu sobre seus familiares, e os que n?o foram mortos, foram presos e enviados a Siberia (a cunhada Anna foi condenada a dez anos de solitaria).
Tambem e digna de nota a execuc?o sumaria de mais de VINTE generais de alto escal?o do exercito sovietico, em pleno processo da segunda guerra mundial, arriscando esfacelar todo comando militar da URSS e entrega-la de bandeja para os alem?es de Hitler, que ja avancavam territorio adentro, em direc?o a Moscou. Dado a auto-idolatrias e mimos afins, Josef Stalin apresentava ainda recorrentes sinais psicoticos (citem-se megalomania, delirio persecutorio, ambivalencia afetiva e hetero-agressividade), aparentando ter especial atrac?o por envenenamentos e difamac?es... N?o e demais lembrar que pesa sobre Stalin o grosso da culpa de ter distorcido e propagado, para o resto do globo, a imagem de uma suposta nac?o socialista, quando tudo que fez, na verdade, foi criar uma ditadura com monopolio estatal e bandeira vermelha.
Antecedentes criminais (mais recentes) do PCR/A Correnteza: uso de forca fisica para coac?o da comiss?o eleitoral responsavel pelo ultimo pleito para o Diretorio Central dos Estudantes da Universidade Federal de Alagoas, aproveitando-se da pouca experiencia dos concorrentes serios e do irresponsavel apoio passivo de duas outras chapas sem qualquer compromisso com a construc?o do movimento estudantil, n?o tendo outro foco que n?o a disputa pelo aparelho do DCE/UFAL. E conhecido o uso da violencia como pratica corrente entre os agentes do PCR, havendo casos de militantes de outras tendencias que foram espancados, ao passarem sozinhos proximo a grupos de membros do partido, na cidade de Recife.
A consequencia: tiveram sua chapa para o DCE impugnada em assembleia de estudantes (07/02 ultimo, no auditorio da reitoria/UFAL), por ampla maioria, apos terem sido denunciados, desconstruidos e humilhados publicamente. Apenas eles proprios votaram na n?o-impugnac?o, apos apresentarem declarac?es de defesa sem qualquer coerencia ou fundamentac?o, mesclando truculencia, desespero e a negac?o sistematica do que ja era publico e notorio.